Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará (Sl 101.3).
Vivemos no melhor e no pior dos tempos.
Vivemos o apogeu da ciência e o fundo do poço da degradação moral. As janelas
do mundo se abriram para a comunicação, mas poluímos essa janela com a sordidez
da violência e da promiscuidade. O pecado pode transformar uma coisa boa em
algo pernicioso. Um exemplo disso é o vício virtual. Milhões de pessoas vivem
prisioneiras do computador e são
dependentes da internet. Mergulham num mundo fantasioso e perdem todas as conexões com a vida real. Conversam horas a fio com desconhecidos numa sala virtual, mas não conseguem sentar à mesa com a família para tomar uma refeição. A internet é uma bênção, pois nos abre largas avenidas de conhecimento. Mas também é uma maldição, pois todo o esgoto da iniquidade está disponível aos internautas. Muitos navegam pelas águas turvas da pornografia e naufragam nesse pântano lodacento. As redes sociais são uma bênção, oferecendo-nos ricos canais de comunicação e de proclamação da mensagem do reino de Deus. Mas são também uma maldição, pois o mau uso desse instrumento tem levado milhões de pessoas à infidelidade conjugal e às aventuras mais perniciosas. O vício virtual é um drama para a família contemporânea. Precisamos usar os recursos tecnológicos com discernimento e bom senso. Precisamos usar essas ferramentas para a glória de Deus, a edificação da igreja e a salvação dos perdidos! Amém.
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