Hebreus: 6:17-20. A promessa e o juramento de Deus dão aos regenerados uma confiança inabalável em Seu propósito salvador. Como uma âncora que mantém um navio firme contra o vento e as ondas, a esperança em Cristo, fortalece a vida interior em meio ao sofrimento, à tentação e à incerteza. Essa esperança se baseia no caráter imutável de Deus e na obra consumada de Jesus Cristo, não em circunstâncias variáveis ou na força humana. Aquele lagar Ele pisou sozinho. Isaías 63:1-3. Sal. 130:8.
2 – Deus
preserva aqueles que pertencem ao Seu Filho, e Suas promessas fornecem um
alicerce que não pode ser abalado. A confiança
de quem tem a experiência que morreu com Cristo é inabalável; porque Deus não
pode mentir e, o sacrifício de Cristo garantiu plenamente a redenção. Ef. 1:6-7. É uma
redenção eterna: Hebr.
9:12
3 – A palavra redenção (Grego - Apolutrōsis) na Bíblia significa o resgate e a libertação da humanidade do cativeiro do pecado por
meio do sacrifício de Jesus Cristo, que realizou o pagamento de um preço
impagável. Sal. 49:7-8
– A nossa redenção chegou até
nós, como dizia a profetiza, Ana, que esperava a Redenção. Ele a pegou em seu
colo. Luc 2:36-38
4 – O propósito de Deus para nós é algo
de infinita e inconcebível bem-aventurança. Ele está pronto, Ele anseia, como o próprio Deus, por
realizar em nós tudo o que prometeu. Ele não pode fazer isso a menos que abramos nossos corações para
Ele e nos entreguemos em silêncio e submissão para que Ele cumpra a Sua
promessa. Ele não pode mentir! Núm. 23:19. 1 Reis 8:56. Josué 21:45.
5 – Deus querendo mostrar mais abundantemente aos herdeiros da
salvação a imutabilidade do Seu propósito. Deus quer nos mostrar quão imutável
é o Seu propósito de nos abençoar, se tão somente O permitirmos, se tão somente
confiarmos nEle, e confiando, permitirmos que Ele aja. Ele quer que tenhamos provas tão abundantes disso, para que
possamos prestar mais atenção e ver que não pode haver possibilidade de dúvida.
Cristo é a nossa
ancora. Vamos ver duas
certezas: João 10:28-29.
João 17:22-23 e 26.
6 – Será que ainda temos dúvidas? Por que Deus se interpôs com juramento? É como se Deus perguntasse se não consideramos Sua palavra suficiente, se
achamos possível que Ele, o Fiel e Imutável, minta. Ele sabe o
quanto nossos corações obscurecidos confiam pouco nEle; Suas promessas são tão grandiosas, tão divinas, tão
celestiais, que não conseguimos compreendê-las.
7 – E assim, para nos despertar e nos envergonhar de nossa
incredulidade, Ele vem e, como se fosse possível para Deus mentir, nos chama a
ouvir enquanto Ele jura em nossa presença que fará o que disse. Eze. 12:25. Jer. 1:12
8 – Que isso
nos sirva de encorajamento.
Certamente, todo vestígio
de medo e dúvida deve desaparecer, e toda a nossa alma deve se prostrar em
adoração e clamar: Ó Deus! Nós confiamos em Ti. Nunca, jamais, duvidarei novamente da Tua
palavra. Mac. 9:24: “Eu creio, Senhor! Ajuda a
minha incredulidade.”
9 – A qual temos por ancora da alma,
segura e firme. A âncora da esperança é descrita com
dois termos que se reforçam mutuamente: ela não escorregará e não se romperá.
A esperança é uma âncora para a alma, uma esperança segura e
firme que penetra no que está além do véu. Um navio se mantém firme pela âncora
lançada nas profundezas invisíveis. Assim, a esperança no invisível, além do
véu, que Deus nos deu, nos sustenta. O
mistério do santuário aberto é que nós também podemos entrar. O Precursor, o próprio Jesus! Texto chave que encaixa aqui
perfeitamente: João
14:2-3. AMÉM.
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