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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

JESUS A ANCORA DA ALMA

Hebreus: 6:17-20. A promessa e o juramento de Deus dão aos regenerados uma confiança inabalável em Seu propósito salvador. Como uma âncora que mantém um navio firme contra o vento e as ondas, a esperança em Cristo, fortalece a vida interior em meio ao sofrimento, à tentação e à incerteza. Essa esperança se baseia no caráter imutável de Deus e na obra consumada de Jesus Cristo, não em circunstâncias variáveis ​​ou na força humana. Aquele lagar Ele pisou sozinho. Isaías 63:1-3. Sal. 130:8.

 

2 – Deus preserva aqueles que pertencem ao Seu Filho, e Suas promessas fornecem um alicerce que não pode ser abalado. A confiança de quem tem a experiência que morreu com Cristo é inabalável; porque Deus não pode mentir e, o sacrifício de Cristo garantiu plenamente a redenção. Ef. 1:6-7. É uma redenção eterna: Hebr. 9:12

3 – A palavra redenção (Grego - Apolutrōsis) na Bíblia significa o resgate e a libertação da humanidade do cativeiro do pecado por meio do sacrifício de Jesus Cristo, que realizou o pagamento de um preço impagável. Sal. 49:7-8 – A nossa redenção chegou até nós, como dizia a profetiza, Ana, que esperava a Redenção. Ele a pegou em seu colo. Luc 2:36-38

 

4 – O propósito de Deus para nós é algo de infinita e inconcebível bem-aventurança. Ele está pronto, Ele anseia, como o próprio Deus, por realizar em nós tudo o que prometeu. Ele não pode fazer isso a menos que abramos nossos corações para Ele e nos entreguemos em silêncio e submissão para que Ele cumpra a Sua promessa. Ele não pode mentir! Núm. 23:19. 1 Reis 8:56. Josué 21:45.

 

5 – Deus querendo mostrar mais abundantemente aos herdeiros da salvação a imutabilidade do Seu propósito. Deus quer nos mostrar quão imutável é o Seu propósito de nos abençoar, se tão somente O permitirmos, se tão somente confiarmos nEle, e confiando, permitirmos que Ele aja. Ele quer que tenhamos provas tão abundantes disso, para que possamos prestar mais atenção e ver que não pode haver possibilidade de dúvida. Cristo é a nossa ancora. Vamos ver duas certezas: João 10:28-29. João 17:22-23 e 26.

 

6 – Será que ainda temos dúvidas?  Por que Deus se interpôs com juramento? É como se Deus perguntasse se não consideramos Sua palavra suficiente, se achamos possível que Ele, o Fiel e Imutável, minta. Ele sabe o quanto nossos corações obscurecidos confiam pouco nEle; Suas promessas são tão grandiosas, tão divinas, tão celestiais, que não conseguimos compreendê-las.

 

7 – E assim, para nos despertar e nos envergonhar de nossa incredulidade, Ele vem e, como se fosse possível para Deus mentir, nos chama a ouvir enquanto Ele jura em nossa presença que fará o que disse. Eze. 12:25. Jer. 1:12

 

8 – Que isso nos sirva de encorajamento. Certamente, todo vestígio de medo e dúvida deve desaparecer, e toda a nossa alma deve se prostrar em adoração e clamar: Ó Deus! Nós confiamos em Ti. Nunca, jamais, duvidarei novamente da Tua palavra. Mac. 9:24: “Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade.”

 

9 – A qual temos por ancora da alma, segura e firme. A âncora da esperança é descrita com dois termos que se reforçam mutuamente: ela não escorregará e não se romperá. A esperança é uma âncora para a alma, uma esperança segura e firme que penetra no que está além do véu. Um navio se mantém firme pela âncora lançada nas profundezas invisíveis. Assim, a esperança no invisível, além do véu, que Deus nos deu, nos sustenta. O mistério do santuário aberto é que nós também podemos entrar. O Precursor, o próprio Jesus! Texto chave que encaixa aqui perfeitamente: João 14:2-3. AMÉM.

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