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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

OUSE ORAR


E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos. Mateus 6:7.
A oração é o que nos leva à obra mais profunda e mais elevada do espírito humano. A oração verdadeira cria e transforma a vida. Quanto mais nos aproximamos do pulsar do coração de Deus, tanto mais vemos nossa necessidade e tanto mais desejamos assemelhar-nos a Cristo. Na oração, na verdadeira oração, começamos a pensar os pensamentos de Deus à sua maneira: desejamos as coisas que Ele deseja, amamos as coisas que Ele ama. Progressivamente, aprendemos a ver as coisas da perspectiva divina. Todos quantos têm andado com Deus consideraram a oração como principal negócio de suas vidas. As palavras de Marcos soam como um comentário sobre o estilo de vida de Jesus. Tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava. Marcos 1:35.
Uma das maiores maravilhas do Universo deve ser o fato que nós, que somos somente “pó e cinza”, não somente temos permissão, mas somos encorajados e convidados a falar com Deus; e que palavras faladas na Terra são ouvidas instantaneamente no Céu, e que nosso Pai está disposto a responder estas orações. Será possível que nossos fracos gemidos podem mover o braço onipotente do Todo-Poderoso? Somente a eternidade revelará quanto foi realizado pela fiel, frequente e fervorosa oração do povo de Deus, em todas as gerações. Está escrito em Tiago 5:16b: Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.
A oração atrai a atenção do Todo-Poderoso e capta o poder do Onipotente, e muitas vezes nos perguntamos como sobreviveríamos “se santos sofredores não tivessem um trono de graça”. George Muller, que provou a fidelidade infalível de Deus, disse o seguinte sobre a oração: “Eu fui ao meu Deus e orei diligentemente, e eu recebi o que precisava”. Orar a Deus é um dos sinais de verdadeira regeneração. Isso nos lembra do que é dito sobre Saulo de Tarso logo depois do seu novo nascimento. O Senhor disse a Ananias em Atos 9:11 Então, o Senhor lhe ordenou: Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando.
Há pessoas que não dão muita importância à oração. Podemos notar isto pela atitude informal que adotam vista na sua linguagem irreverente e na sua postura desrespeitosa. Para todo aquele que morreu e ressuscitou com Cristo, a oração é um grande privilégio, pois é fato que, em oração, estamos nos aproximando do “Alto e Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo”. Nosso Senhor nos incentiva a buscá-lo em oração: Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes. Jeremias 33:3.
Nesta era presente da igreja, Deus tem dado aos cristãos o que Israel perdeu, e agora cada salvo é parte do “sacerdócio santo” que tem a honra de “oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”. Todos que são nascidos de novo fazem parte deste sacerdócio, e não existe mais distinção entre os que podem se aproximar do trono e os que não podem. A linguagem é muito clara em Efésios 2:18. Porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito.
A oração é essencialmente uma questão de vida. E a eficácia das nossas orações vai depender da retidão da nossa vida. A verdadeira retidão torna o homem centrado em seu Pai celestial. É por isso que a voz da oração é a obediência. Para orarmos e termos a certeza de que seremos ouvidos é nos humilharmos diante do Senhor. As Escrituras afirmam em 2 Crônicas 7:14 se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
Oração não é algo que eu faço; é algo que sou. Entretanto, o que realmente nos entristece é saber que muitos do povo de Deus O tratam como a um advogado; dirigem-se a Ele apenas quando estão em dificuldades. Amados, o pequeno valor que damos à nossa oração torna-se evidente pelo tempo que dedicamos a ela. Ana quando pediu um filho ao Senhor, ela gastou muito tempo em sua presença numa doce intimidade e numa certeza de que o Senhor a atenderia. 1 Samuel 1:12-13a. Demorando-se ela no orar perante o SENHOR, passou Eli a observar-lhe o movimento dos lábios, porquanto Ana só no coração falava; seus lábios se moviam, porém não se lhe ouvia voz nenhuma.
Um dos ministérios mais difíceis, no reino de Deus, é o da oração. Talvez o mais. E, além do mais, há pouco ou quase nenhum interesse por esse assunto. O avivalista, Leonard Ravenhill, disse: “Os autossuficientes não oram; os auto satisfeitos não querem orar; os auto justificados não conseguem orar”. Onde estamos nós nesta avaliação? Pensemos nisso. Oração não é um mero dever. É um relacionamento de um filho, alcançado pela graça, com o seu Pai gracioso, por puro e santo prazer espiritual. Amém.



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