“Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo... me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, a qual tem a glória de Deus” (Apocalipse 21:2;10,11).
O que vemos quando
contemplamos a nova Jerusalém? Não é verdade que a última glória da casa é
maior do que a primeira? Acaso se pode comparar a glória da casa construída por
Salomão com a glória encontrada na Nova Jerusalém? De fato, não há comparação.
Não há comparação nem mesmo com a igreja gloriosa que Cristo está edificando
hoje. Ele não constrói com pedras mortas, nem com materiais como ouro, prata e
pedras preciosas, mas sim com pedras vivas. Ele vai apresentar a Si mesmo uma
igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante. Pode haver
comparação? Sem dúvida, a última glória da casa é maior do que a primeira.
Mesmo sendo pequena, esta
casa reconstruída pelo remanescente está de acordo com a vontade de Deus. Ela
faz parte do processo através do qual a Nova Jerusalém será terminada. Quando
esta casa está de acordo com a vontade de Deus, participando do processo rumo
ao cumprimento da vontade de Deus, então Ele a reconhece como Sua. Deus diz:
"Esta é minha casa". Se Deus reconhece essa casa como Sua, já não
podemos mais considerá-la em termos de quão grande ou quão pequena ela é. O que
realmente importa nunca deve ser a aparência exterior. Não devemos nos importar
com pequenez ou grandiosidade exteriores. Aquilo que realmente importa é:
"Você está na vontade de Deus? Acaso o trabalho de suas mãos é parte do
desenvolvimento da obra de Deus rumo à Nova Jerusalém?" Se sua resposta
for positiva, graças a Deus por isso. Amém.
Stephen Kaung
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